Eu me sento e espero pelo entardecer. São momentos como esse em que vemos como é bela a vida. Em que outra hora veríamos o céu laranja? Durante o amanhecer, ele está vermelho, é quando o céu mostra as marcas da noite. Ao entardecer ele se arrepende pelos erros cometidos no dia. Agora está escurecendo, porém ainda é claro, posso ver os últimos raios de sol no horizonte. A noite está chegando, e o dia vai partindo. Porém, ao entardecer, eles param para conversar. Dois opostos convivendo em perfeita união. O entardecer é a hora mágica, é a hora em que renovamos a nossa esperança: por mais escuro que esteja, o sol há de nascer e iluminar meus caminhos, por isso, posso continuar.

Isabella Quaranta

sexta-feira, outubro 30, 2009

À espera do entardecer - Capítulo 4: Cúmplices

Oooi pessoas!
Tudo bom com vocês?
Chega de lero-lero e vamos ao que interessa.
Aqui está para vocês, em primeira mão.... O CAPÍTULO 4

 
Capítulo 4
cap. 4 - cúmplices

- Bom dia. – escuto um som que parece com o falar dos anjos saindo da boca de um deus grego parado na minha porta. Meu nome não importa, o que importa é que eu te amo e quero ter filhos com você. Reconheço, ele não falou isso, mas eu teria adorado se tivesse dito. De que importa que nos conhecemos há 5 segundo? Seis agora. Se eu não tivesse nesse corpo tão velho e sem força, jogava-o na parece e chamava de lagartixa.

Ele é lindo. Não tanto quanto Luke, mas dá pro gasto. Eiii, eu conheço ele de algum lugar. A idade está afetando a minha (péssima) memória.

- Boa tarde. – digo com minha voz de carro velho.

É impressionante como essas “coisas” só batem a minha porta nas horas mais inapropriadas:

1 – Jenna está maior do que nunca, ela está dominando a minha cara. Tipo Super-Jenna em ação!

2 – Eu já não sou muito bonita, como velha então... DESASTRE

3 – Meus olhos, além de enormes, agora, têm pés-de-galinha e lindas bolsas com olheiras.

4 – Ele é lindo e jovem, eu sou feia e velha: Pedofilia total!

5 – Lembrei de onde eu conheço esse Apollo. Ele é o garoto do elevador. O que viu minhas crises no avião e ainda fez gracinha comigo. Ahh, se bobear eu o mato!

O que eu to falando? Pedofilia? Matar? Ahn!? O que houve comigo? São muitas perguntas para meu cérebro. Acho que sou uma velha tarada. Daquelas que fica falando sacanagem com os amigos do filho ou do neto, tanto faz. NÃO! Chega de pensar nisso, a idade deve estar afetando meus neurônios.

- Entre. Não se acanhe – digo assim que me dou conta que ele ainda estava parado na porta. – Eu não mordo. – A não ser que você queira. Tá, eu tenho de me controlar, algo está muito errado comigo, e não é só minha idade que sofreu uma pequena mudança.

- Obrigado. – fala meu deus grego. – Meu nome é Jean Patrick Lasteff, muito prazer.

- O prazer é meu Jean Patrick. – Acho que é melhor eu inventar um nome qualquer, se ele se lembrar de mim vai ser um desastre um velha com o mesmo nome que eu. – Meu nome é... – pensa, pensa. – Henri... Henrieta... – Olho para o quadro de Matisse a minha frente, procurando um sobrenome. – Henrieta Martiste. E o que trás um jovem – lindo, penso – como você aqui no meu quarto? – Há! Eu sou uma velhinha tarada convincente.

EPA! Tarada não. Tenho que me controlar.

- Bom, acho que é melhor eu falar logo de uma vez. Meu pai me mandou vir até aqui falar com você, então você deve saber algo sobre o meu problema com o sol... Toda vez que eu vou para o sol eu me transformo em... – ele parece envergonhado – em uma coisa estranha.

Ótimo, ele tem o mesmo problema que eu. Talvez ele saiba como voltar ao normal. Talvez não, ele pode estar aqui para descobrir como sair dessa forma masculina altamente atrativa. Talvez ele seja um velhinho tarado que virou um jovem gostosão. CHEGA DE PENSAR EM VELHOS TARADOS. Acho que nunca vou saber o que realmente aconteceu se eu não perguntar.

- Ah... Claro... Me conte, meu jovem. Você voltou ao normal? – tento parecer não muito interessada, vou até o frigobar e pego dois copos gelados e uma garrafa d’água. Vinho não rola oferecer, ainda não estamos no clima

- Voltei. Ainda bem, não agüentava mais ser uma mulh... aquilo. Foram os dois minutos mais tensos da minha vida.

- Bom, muito bom. Como? – me aproximo dele para servir o copo d’água. Como é cheiroso!

- Bem, eu mastiguei uma pílula. – ele parece desconfiado de algo, acho que não fui tão convincente assim. - Acho que vou indo. Meu pai deve ter se enganado. Desculpe-me pelo engano. – E se move para a porta, envergonhado.

- NÃO! – grito, eu não posso deixar minha poção de rejuvenescimento escapar pela porta na minha frente – E... Eu... Eu só estou fazendo essas perguntas para ter certeza que você não é nenhum espião ou impostor. – pense rápido... – Então, você pode me trazer as pílulas para eu ver se não foram trocadas por alguma envenenada?

Ele nunca vai acreditar nessa, eu nunca acreditaria. Estou condenada a eternidade (ou mais alguns anos apenas) nesse corpo velho sem atrativos, ele vai embora daqui levando consigo minha única chance de voltar ao normal. Talvez eu devesse aprender tricô, começar a reclamar de como a minha vida era melhor e como juventude de hoje em dia tem tudo fácil.

- Tá... Eu acho que deve ter funcionado, já que eu voltei ao normal. – ainda bem, ele não é um velhinho tarado. – Um minuto, eu vou pegar para a senhora. – ou ele é retardado, ou tonto ou eu sou muito convincente. E por que raios ele tem de me chamar de “senhora”? Eu me sinto velha assim!

Eu não acreditei quando o vi indo em direção ao seu apartamento, do outro lado do corredor, depois do elevador. Ele realmente foi pegar a pílula! Ou aproveitou a oportunidade para fugir de mim e chamar a polícia. Se esse for o caso, vai ser uma questão de minutos para que os polícias chegarem ao Hotel e me pegarem. Aí vão me levar para a cadeia e me farão passar por testes de laboratório. Ou talvez eles me internem em um centro psiquiátrico, afinal, eu sou uma velha com carteira de identidade que consta: QUASE 15 ANOS.

Aparentemente ele não fez nada disso. Não se passaram cinco minutos e ele voltou com um frasco laranja com várias pílulas dentro. Pelo menos com a polícia eu não preciso me preocupar... Ainda. A minha salvação está a menos de 30 cm do alcance das minhas mãos. O que eu devo fazer?

a. Nocauteio-o, talvez eu seja uma velhinha tarada e forte. Mas... E se ele revidar, e eu não tiver força para combatê-lo? Como eu iria explicar para o meu pai o motivo de eu estar cheia de hematomas por todo o corpo? Eu posso afirmar que foram bandidos que me atacaram ou até mesmo que entrei para uma seita sado-masoquista e eu era a oferenda de iniciação. Por isso tive de me espancar e depois deixar que os outros me batessem. Ou que eu... Espera um momento! Eu não devo explicações ao meu pai, mas ele sim me deve várias explicações.

b. Eu podia tentar seduzi-lo com minhas pregas de velha. Eu sou uma velhinha mocréia, mas ele pode ser tarado em velhas senhoras indefesas e feias, sem nenhum atrativo. Eu pediria para ir ao banheiro e colocaria uma calcinha fio-dental (não que eu tenha uma, mas eu arrumaria de algum jeito) e um robe transparente. ECA! Nunca pensei algo tão perturbador. Talvez seja melhor eu me vestir de enfermeira ou policial... Isso, uma fantasia de policial seria o ideal. Aí eu chegaria nele e iria revistando tudo, até conseguir o frasquinho (que está na mão dele). Eu iria seduzi-lo e ele me daria às pílulas. Uau, eu sou REALMENTE uma velhinha tarada.

c. Explicar minha triste história de vida desde que nasci adicionando umas partes melodramáticas que o deixariam emocionado e ocultando qualquer parte relacionada a Luke Clanchett – e o beijo na bochecha direita que ele me deu. Aí quando ele estiver bastante tocado com o que aconteceu comigo, eu peço as pílulas e ele me entrega e nos casamos e vamos ter filhos e seremos felizes para sempre... Ok, isso nunca vai acontecer.

d. Ameaço-o com a Jenna. “Ou você me entrega as pílulas ou vai ter pus jorrando por aqui.” Duvido muito que seja possível estourar a Jenna, mas ele não precisa saber disso. O tamanho que ela está, ela parece um bomba prestes a explodir. É melhor não... Provavelmente ele iria fugir e então eu teria de voltar para os planos a ou b.

e. Peço-lhe para ver as pílulas, e depois coloco algumas na boca e devoro-as.

Isso! É isso que eu vou fazer. É mais simples, e menos assustador. É medonho demais tentar me imaginar nesse corpo de velha, com uma roupa de sex shop tentando seduzi-lo.

- Olá!? – disse ele – A senhora está se sentindo bem?

Aparentemente eu havia entrado em transe. Sem responder a sua pergunta, eu tomo as pílulas da mão dele, abro o frasco e mando boa parte para dentro.

- Hey! – ele grita e toma o que sobrou das pílulas da minha mão.

- Urgh! Que gosto horrível! – digo enojada.

- O que você está fazendo? – eu não sei se ele estava surpreso ou com raiva.

Corro para o espelho mais próximo rezando que essas pílulas com gosto de naftalina = não que eu já tenha provado naftalina – tenham servido para alguma coisa. Graças! Estou virando eu. Olho para meu pedaço de mau caminho, ele está me encarando assustado!

Agora não é mais pedofilia. O que eu estou dizendo???

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x

O quê? Co-como assim? A garota, digo, a velha era... e-ela ??? Eu não estou entendendo mais nada, acho que enlouqueci de vez.

- As pílulas também têm efeito rejuvenescedor? – pareço um idiota perguntando isso.

- O quê? – me pergunta a vel—moça, que me encara igualmente abismada e depois olha para seu próprio corpo tateando-o.

Eu me lembro dela de algum lugar. Algo naquele jeito desastrado é familiar. Já sei! Ela é a garota do elevador, a mesma surtada do “vamos morrer” no avião.

Ela me explica tudo o que ocorreu. Por incrível que pareça, eu não sou o único com uma vida um tanto quanto conturbada. E para completar, ela tem um problema com o sol parecido com o meu, e fazemos aniversário no mesmo dia. E de quebra, ela é linda! Não como a minha virgem dos cabelos vermelhos esvoaçantes, mas é bonita, bastante.

- Desculpe-me por tomar as pílulas tão bruscamente da sua mão, mas foi a melhor solução que eu encontrei. – disse pensativa, com o riso tímido. Tento imaginar no que ela está pensando...

- Não foi nada, só um sustozinho. Agora, fale-me de você. – eu tento não mostrar interesse, se bem que do jeito que eu falei ficou MUITO claro minhas intenções.

Rebecca Laurevan

1. A mãe morreu jovem e ela mora com o pai;

2. Seu nome completo é Rebecca Fosten Laurevan;

3. Gosta de chocolate branco, odeia chocolate preto;

4. É de Capricórnio e seu signo chinês é Cachorro;

5. Acreditava no Papai Noel até dois anos atrás (acho que ela ainda acredita);

6. Não come melancia com medo de engolir um caroço e crescer um pé de melancia dentro dela;

- Ei! Isso é sério? – pergunto abismado.

- É sim, eu sei que é besteira, mas não tem jeito. – ela responde envergonhada.

- Mas você sabe que é mentira, né?

- Sei, mas é melhor prevenir. – ela é impressionantemente estranha.

7. Tem medo do monstro do armário;

8. Acha morcegos fofinhos;

9. Já leu duas vezes “A Divina Comédia” de Dante Alighieri;

10. Pinta divinamente bem;

11. Não entende a utilidade de química no currículo escolar;

12. Quando fica nervosa começa a falar demais (o que está acontecendo agora);

13. É fã louca e alucinada por Plain White T’s;

14. Menstrua entre os dias 17 a 22 e o seu ciclo menstrual é de cinco ou seis dias;

15. Faz aniversário dia 19 de dezembro;

16. Tem TPM, e é grave. Daquelas que mata se você a olhar de lado;

17. Sabe usar uma arma de fogo, mas seu pai não sabe disso;

18. Tem um cachorro cristado chinês chamado Santiago, que a ignora por completo;

- Seu cachorro feio te ignora? – digo.

- Ele não é feio. E, quando eu o chamo, ele só vem se eu tiver comida na mão, caso contrário, nem me olha.

- Mas pelo menos ele vai até você. – tento animá-la.

- É, ele pega a comida e vai embora. – fala-me com cara de decepção.

19. Ela deu o nome de Jenna a sua super espinha mutante;

20. Sua cor favorita é laranja;

21. Acredita que estrelas cadentes são suicidas e depressivas;

22. Ela queria ter nascido nos anos 70 para curtir os 80;

23. Sonha em dirigir um Aston Martin DBS ou um Porsche Carrera GT;

24. Sua atriz favorita é Audrey Hepburn;

25. Quer ser pedida em casamento no alto do London Eye, com uma declaração precedida por Your Song, cantada pelo cara;

26. Quer se casar aos 21 e crê que essa é a idade ideal;

27. Odeia rãs e batráquios em geral;

28. Adora jogar apostando;

29. Nunca foi convidada para um baile;

30. Odeia seu cabelo;

31. Quer se casar na beira mar de uma praia paradisíaca no Havaí;

32. Adora futebol, principalmente as coxas dos jogadores;

33. Não sabe jogar vídeo game, principalmente por causa dos excessos de botões para memorizar;

34. É ótima com problemas envolvendo lógica;

35. Não vai para a piscina com medo de ser chamada de tábua de passar roupa;

36. Queria ter peitos maiores;

37. Adora patinar

38. Não tem coordenação motora

39. Gostava das Spice Girls

40. Sempre quis conhecer a Baby Spice

- Nossa, você se odeia, né?! – fico cada vez mais impressionado com ela.

- Não muito, eu só me acho meio sem graça. – ela fica tão linda quando faz esse biquinho com um meio sorriso.

O telefone toca, ela corre para atendê-lo logo.

- Alô? – escuto sua voz distante falando com alguém.

x.x.x.x.x.x.x.x

Ele é tão simpático, e lindo. Nós conversamos durante bastante tempo, mesmo ele tendo tido um belo susto comigo...

Jean Patrick Lasteff

1. Não conheceu a mãe, ele mora com o pai.

2. Não pratica nenhum esporte, é sedentário (me pergunto como ele cultiva aquele corpo dos deuses.)

3. Come de tudo, menos uva.

4. É de capricórnio, e seu signo chinês é Cachorro.

5. Já sabe dirigir, mas seu pai não sabe disso

6. Quando está nervoso fica coçando o dedo mindinho da mão esquerda.

7. É canhoto

8. Não gosta do seu pé, ele tem o dedo indicador maior que o dedão.

9. Adora jogos de carta, nunca joga apostando.

10. Tem uma biblioteca particular em casa

11. Quer conhecer Figi e a Turquia antes de fazer 20 anos

12. Nunca fez nada mais radical que Skate, e caiu na primeira tentativa.

13. Pretende aprender escalada, surfe e canoagem.

14. É fã de U2

15. Acha o James McAvoy o CARA.

16. Adora filmes de ação, não suporta terror.

17. Gosta de Rock Clássico

18. Não sabe o que a Geometria vai influenciar no seu futuro, já que não será engenheiro, arquiteto ou coisa do gênero

19. Quer ser alguém importante para o mundo quando for mais velho.

20. Adora as obras de Van Gogh

21. Sabe falar inglês, francês, italiano, português, alemão, russo e espanhol.

22. Não gosta de bacon.

23. Quer ter um filho e vai se casar quando cansar de ser solteiro.

Conversamos durante uma hora (ou mais), sendo que eu devo ter falado em 90% do tempo. Ele conseguia me deixar sem graça o tempo todo. Aparentemente, o senhor Jean Patrick Lasteff tem um plano de vida já pré-elaborado, e pretende cumpri-lo. Até que, para minha sorte (ou não), o telefone toca. Eu corro para atendê-lo, torcendo que seja meu pai me dando umas boas explicações sobre tudo que está acontecendo aqui. Começando pelo o porquê de eu estar sozinha com esse aspirante a Apollo.

- Alô. – digo esperançosa.

- Rebecca – fala uma voz macabra computadorizada que parece com a do Stephen Hawking (N/A: o cara é aquele físico famoso que fala por meio de computador e anda de cadeira de rodas.) – coloque algumas roupas dentro de uma mala, e se vista adequadamente. Peça para Jean Patrick fazer os mesmo. Não faça perguntas. – diz a voz antes que eu falasse algo. – Às duas horas um carro irá pegar vocês aí. Elem guarda-chuvas. Estejam prontos. – e desligou.

Ótimo, terei de confiar numa voz macabra computadorizada.

Vou até a sala, onde Jean Patrick está me esperando... NU?! Como assim? Mas nós não podemos (ou podemos?). Eu não sei... Esfrego os olhos para ver se é real ou se é sonho. Droga. Era um sonho, tinha de ser. Era bom demais para ser real. Vou até ele e explico tudo detalhadamente (pulando a parque de que eu sou uma tarada e acabei de imaginá-lo nu).

- Você acha que devemos confiar nele ou no que quer que seja? – ele me pergunta aparentemente duvidando da veracidade da informação.

Claro, porque não?! Essa voz nos colocou sozinhos nesse hotel! Minha imaginação anda terrível.

- Acho que sim. É melhor arriscarmos e talvez nós descubramos algo a mais sobre nós.

- É, pode ser. Eu vou fazer minha mala, volto em um minuto. – como ele consegue ser tão lindo o tempo todo.

- Tá bom, eu vou fazer isso também. – e o acompanho até a porta.

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x

Ela é louca, não tem outra explicação. Essa menina não tem juízo nenhum. Confiar em uma voz computadorizada macabra que manda a gente sair do hotel que nossos pais ressaltaram para não sairmos. Loucura! O mais louco de todos sou eu, algo me diz para confiar nisso tudo. Mas como? E principalmente, por quê?

Algo em mim está muito ligado a ela. O que exatamente eu não sei. Antes de conhecê-la eu sentia um vazio dentro de mim. Mas agora... agora é diferente, parece que tudo está finalmente completo. É como se eu e ela fossemos uma única pessoa, nós nos completamos. Eu me sinto bem melhor quando estou com ela. Será que estou apaixonado?

Não pode ser. Simplesmente não pode. JEAN PATRICK LASTEFF, O CONQUISTADOR BARATO NÃO SE APAIXONA. Eu acabei de conhecê-la e esse negócio de amor à primeira vista não existe. DON’T EXIST. NÃO EXISTE. IL N’EXISTE PAS. Ou será que existe? Eu não sei o que está acontecendo comigo. Eu... eu... eu estou surtando. Vou para o apartamento dela. Talvez isso me acalme um pouco. Eu espero.

Quando chego à porta do 2702, tremo. Ela está cantando “1,2,3,4”, do Plain White T’s, empolgadamente. Ela canta muito mal, mas eu gosto. Ela parece tão feliz com algo, que tenho vergonha de acabar com essa alegria. Acho que vou esperá-la aqui no Hall. É melhor.

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Capítulo reescrito e postado em 16 de julho de 2010

Siga para o capítulo 5 >>

5 comentários:

Patricia disse...

é bom vc rezar para essas duas semanas passarem rapido! quer dizer 3 por causa das provas! ou vc vai ver! (fã macabra aqui, estilo ao que matou o john lennon)T.T

mariana disse...

Já leu duas vezes “A Divina Comédia” de Dante Alighieri
15. Faz aniversário dia 19 de dezembro; (o meu é dia 9)
22. Ela queria ter nascido nos anos 70 para curtir os 80;

23. Sonha em dirigir um Aston Martin DBS ou um Porsche Carrera GT;

24. Sua atriz favorita é Audrey Hepburn;

25. Quer ser pedida em casamento no alto do London Eye, com uma declaração precedida por Your Song, cantada pelo cara;
ps: preferia que fosse bono, mas your song tá bom!
24. Sua atriz favorita é Audrey Hepburn;

30. Odeia seu cabelo;
32. Adora futebol, principalmente as coxas dos jogadores;

33. Não sabe jogar vídeo game, principalmente por causa dos excessos de botões para memorizar;

14. É fã de U2
16. Adora filmes de ação, não suporta terror.

eu sou sua musa inspiradora! OIJAOSIDJAOISJDOAISJDOAIJSD
ESCREVA LOGO O PROXIMO CAPITULO SUA VACA TETUDA! to morrendo de curiosidade, to adoorando a história.

Bella Quaranta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bella Quaranta disse...

Melina, da próxima vez coloca teu nome no final ou muda o nome antes de fazer o comentário --'

caarolcoimbra disse...

bella, confesso que ainda não tibe tempo para ler tudo desde o inicio, mais prometo que farei isso assim que possível, resolvi comentar para lhe dar algum estímulo e lhe dizer que continue escrevendo, porque pelo pouco que eu li, você escreve MUUUITO, e eu vou sempre dá um jeitinho de passar por aqui pra lhe acompanhar, você é ótima! e parabéns por tudo. só não tinha vindo antes porque você escreveu "amanhecer" no meu caderno no lugar de "entardecer", mais luiz me passou o email certo
beeeijos e continue assim!
carolina coimbra.

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