Eu me sento e espero pelo entardecer. São momentos como esse em que vemos como é bela a vida. Em que outra hora veríamos o céu laranja? Durante o amanhecer, ele está vermelho, é quando o céu mostra as marcas da noite. Ao entardecer ele se arrepende pelos erros cometidos no dia. Agora está escurecendo, porém ainda é claro, posso ver os últimos raios de sol no horizonte. A noite está chegando, e o dia vai partindo. Porém, ao entardecer, eles param para conversar. Dois opostos convivendo em perfeita união. O entardecer é a hora mágica, é a hora em que renovamos a nossa esperança: por mais escuro que esteja, o sol há de nascer e iluminar meus caminhos, por isso, posso continuar.

Isabella Quaranta

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domingo, julho 10, 2011

Mas eu tenho medo de crescer

Crescer, amadurecer, tornar-se “adulto”, chame como quiser, mas esta é uma das decisões mais complicadas da vida. Imaginar que se chegou a um ponto em que o passado se tornou, literalmente, passado, e que tudo que está por vir é novo e nunca testado é apavorante. O que passou sempre estará lá, te lembrando do seu melhor e do pior, mas ele parece pequeno diante do novo mundo que se abre.

Sempre gostei mais do Ano Novo que do Natal. Na verdade, Ano Novo é minha festividade predileta, e não só por culpa do champagne e dos fogos, e sim pela ideia de poder recomeçar. Na real? Eu morro de medo dessa ideia. O momento da virada é sempre o mais angustiante, é aquele momento que não há mais volta, que tudo mudou de vez. De agora em diante, ano novo, vida nova. Imaginar sua vida toda de novo não é algo fácil, ainda mais quando vem acompanhada de mudanças decisivas. Seja na cor do cabelo, no colégio, ou talvez, uma mudança de Estado. A dúvida de como será o dia seguinte, o medo de errar e não poder corrigir, a mínima ideia de sair da zona de conforto pessoal me tira o chão.

Concluir o Ensino Médio. Caramba, como podem 3 anos de colégio serem tão decisivos na minha vida? Como tem gente que olha e diz “estou calmo”? Ter de abandonar velhos hábitos, assumir novas responsabilidades, conhecer novas pessoas. E se depois eu descobrir que não era o que eu queria? E se eu me decepcionar com a escolha e decidir largar tudo? Pela primeira vez tive uma certeza: vou arriscar.

Só há um jeito de descobrir se eu errei, se acertei, se valeu a pena: pulando de cabeça. Mas pular fundo, sem medo de se afogar, longe da borda e sem bote salva vida. Pular como nunca fiz antes. Talvez, se tudo der certo, eu seja meu próprio bote.

domingo, junho 12, 2011

Um dia por ano

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Esse não é pra ser mais um texto sobre dia dos namorados, como amar é lindo, como tudo é maravilhoso e como estou sozinha. Esse é um texto que meu coração grita para despejar em algum lugar, não deve haver coerência, não deve haver sequência lógica de fatos. Deve haver honestidade e uma eterna alegria que tenho dentro de mim.

Sabe quando você acorda e se dá conta que acaba de acontecer? Que seu mundo virou ao avesso e tudo parecer estar mais bonito. Aquele momento que você percebe que está amando? Hoje, domingo, 12 de junho, dia dos namorados, eu me senti assim. Não, eu não tenho namorado, mas não é preciso ter um para amar. Não é preciso escolher muito, é preciso sentir. Começou com um ‘oi’. Totalmente comum, sem segundas intenções. E agora, cá estou, parecendo uma boba de 12 anos que acha que a vida não podia ser mais bonita.

Sinatra, Nando Reis, Elton John. Minha trilha sonora até agora. Eu fico relembrando os momentos que passamos juntos, fico olhando pro telefone, fico torcendo que ele me ligue só pra dizer que queria estar comigo. Juro, queria ter coragem de fazer isso. Queria ter iniciativa de ligar pra ele e dizer que eu não consigo pensar em outra coisa, que tudo ao me redor me lembra seu cheiro, seu beijo, sua mão grossa na minha, sua risada alta.

O mais bizarro é que eu tinha desistido do amor, como dizem minhas amigas: eu congelei meu coração. Mas como alguém pode, tão rápido, ser uma chama e derreter esse cubo de gelo. Ontem eu me senti amada, eu me senti bonita. E não foi por culpa de um “Você é linda” sussurrado no meu ouvido. Eu sempre sonhei com aquele amor de revista, de filme, bem sonhador. Hoje, eu realmente só quero ele do meu lado. Não sei se será para a vida toda, mas pelo menos que seja como Vinícius disse, “infinito enquanto dure”.

Sei que ele não irá ler isso, mas mesmo assim, gostaria de um dia ter coragem de te dizer, que te amo.

Esse texto conseguiu resumir meu dia, minha musa, Fernanda Mello

sábado, dezembro 25, 2010

Wish List



Querido Papai Noel,

Nesse Natal quero fugir. Quero fugir dos problemas, dos temores, das mentiras, do sofrimento. Quero fugir de tudo que me faz mal. Quero fugir das brigas e dos desentendimentos.

Nesse Natal quero morrer. Quero morrer de amor. Quero morrer de alegria. Quero morrer de felicidade por está com todas as pessoas que amo.

Nesse Natal quero viver. Quer viver tudo que não vivi de agora em diante. Quero viver com um fogo que me faça ser melhor.

Nesse Natal quero comprar. Quero comprar a paz no mundo. Preciso saber onde estão negociando, preciso fazer isso antes que seja tarde demais.

Nesse Natal quero alguém. Alguém que seja especial para mim. Alguém para amar e que confie todos os meus segredos. Alguém que saiba como estou com apenas um olhar.

Nesse Natal quero meus amigos. Meus amigos mais próximos que estão tão distantes. Quero meus amigos junto de mim, nem que seja no meu coração. Quero pensar neles e saber que estão pensando em mim. Quero que eles sejam felizes.

Nesse Natal quero tudo. Tudo de bom e de melhor para todas as pessoas. Tudo que possa fazer do mundo um lugar melhor. Tudo que faça outra pessoa sorrir.


Querido Papai Noel,

Se eu não puder ter, pelo menos, 3 desejos atendidos, que o próximo Natal seja melhor que esse. Vou continuar insistindo nisso. Não posso desistir. Posso ser só uma, mas acho que falo por todos.

Grata,
Esperança.

domingo, outubro 17, 2010

369 dias

Então gente bonita que lê esse blog! Tudo de boa com vocês? Hoje fazem 369 dias que o blog existe! Vocês sabem o que isso quer dizer? UM ANO FAZENDO A MESMA COISA.

Eu nunca imaginei conseguir um ano de blog, jurava desistir antes, mas estamos aqui, firmes e fortes. Eu queria realmente agradecer à todos vocês que ajudaram a fazer isso e blablabla. Se um dia eu publicar isso como livro (coff coff) eu coloco vocês na dedicatória! kkkkkk

Mas hoje não é para Jean Patrick e Rebecca que estamos direcionando o post. Vamos resolver algumas coisas pendentes. O terceiro capítulo de Uma Canção Sem Luar já está aqui para vocês e eu espero que esteja agradando a todos. Principalmente a Patrícia, minha amiga dona desse presente.

Paty, até o final do ano eu termino. Gente, olhem pelo lado bom, só faltam mais três capítulos.

Uma Canção sem luarA tática de sempre, clica na imagem para ler. Se não der certo, clique aqui.

P.S.: Acabaram minhas provas, vou tentar acelerar algumas coisas pra vocês.

terça-feira, setembro 07, 2010

Outro presente em forma de texto

WAZAAAAA GUYS! Bom, aqui tem outro presente para uma amiga minha em forma de fanfic. Era para ser postada no FanFic Obsession, mas por algum motivo desconhecido, isso ainda não aconteceu. Eu não sou exatamente uma pessoa paciente, então aqui está para vocês o primeiro e o segundo capítulo.

Prometo acelerar o processo do terceiro capítulo; o capítulo 14 do À espera do Entardecer já já estará sendo postado. Mil perdões pela demora.

Uma canção sem luar O nome é brega, mas vocês são legais e ignoram.

Basta clicar na imagem para ir para a fic.

sexta-feira, setembro 03, 2010

When you wish upon a star

E se tudo não passasse de um sonho? Ella se perguntava em pensamentos. Era meio ilógico logo ela ter sido escolhida meio a tantas outras tão melhores.

Insônia. Todas as noites ela temia dormir. Isso era óbvio. Ella achava que tudo era um sonho. Seu casamento será amanhã, mas ela ainda não consegue compreender. Duas semanas atrás ninguém sabia seu nome, agora todos os jornais e todas as pessoas só falam dela. Como tudo isso foi acontecer? Como ele foi gostar de mim? Ella sabia que ele estava ali, mas ainda era algo muito utópico para ser real.

- Ella, está tudo bem? – uma voz grave a chamou.

- Sim, só estou apreensiva. – Ella olhou diretamente nos olhos dele. – E se tudo não passar de um sonho?

- Então será um sonho do qual nunca quero acordar. – ele a abraçou e beijou sua testa.

- Nem eu. – ela deitou sua cabeça no peito dele e se forçou a dormir.

No dia seguinte, quando despertou, ele não estava mais lá. Ella se desesperou. Tudo não passara de um sonho. Como pode ser tão boba de acreditar que poderia ser real? Coisas assim só acontecem em contos de fada e livros. A pobre Ella pôs-se a chorar destroçada. Em meio as lágrimas, conseguir distinguir um pedaço de papel, meio amassado sobre sua penteadeira. Um bilhete. A letra era antiquada e dizia:

“Alguns sonhos são tão belos, que o universo os torna realidade. Acredite neles.

Te espero na Igreja, não se atrase.

Com amor,

Char.”

sexta-feira, agosto 20, 2010

Vingança eterna

Nota de início: essa é uma obra inacabada, não espere ter um final. Talvez eu continue, talvez não. Saiba que isso não é fan-text.

Eu estava decidida a fazer aquilo. Já era inevitável que depois de tanto tempo a relação fosse esfriar (literalmente). Eu tentei me separar outras vezes, mas ele nunca me deixava sair livre. Sempre com aquela história de eternamente, você prometeu, e blábláblá. As mordidas até que eram legais no início, mas depois começaram a ficar cansativas. Eu já não podia suportar. Todos os namorados da minha filha me pareciam sensuais, perigosos e atraentes.

Por que eu não podia ter me casado com alguém mais selvagem, perigoso, que pudesse morrer? Não, eu tinha que escolher o vegetariano que vira a atração principal da parada gay! Malditos vampiros. Eu já não tenho sido a mesma desde os últimos 120 anos. Fisicamente tudo permanece igual, nem engordar eu consigo, porém mudei meu modo de pensar. Desde que Jacob morreu, tudo vem mudando. Renesmee virou uma rebelde sem alma, Edward mal fala com o resto da família, e eu não sinto mais nada por ele. Entre nós existe um vazio enorme.

- Bella? – escuto a voz de Alice, aquela pequena anã que sempre conseguiu me suportar e me fazer não abandonar Edward há 50 anos.

- Sim. – continuo olhando para o nada, acho que estou assim há tanto tempo que eu não devo ter notado.

- Você está bem? Quer sair para comprar algo?

- Não, pode ir sem mim. – sorrio tornando meu rosto para suas faces preocupadas. – Estou cansada, acho que vou ler.

- Tudo bem. – ela sai e eu pego a merda do “Morro dos Ventos Uivantes” depois de 120 anos esse livro passa a ser cansativo e repetitivo. Vingança, vingança, amorés frustrados, vingança. Edward me fez jurar nunca comprar livros novos. Ele diz que são muito “ridículos, fúteis e sem conteúdo”, então eu deveria ocupar minha mente com livros mais antigos. Leia-se: Morro dos Ventos Uivantes. Será que alguém pode odiar tanto um livro? Toda a minha vida tem girado em torno daquele vampiro purpurinado e egocêntrico por vários anos. Tudo que eu tenho feito foi por ele, influenciada por ele, pensando nele. Edward, Edward, Edward.

Isso até hoje. Finalmente terei a minha liberdade depois que eu concluir meu desejo. Ninguém vai me chamar de cordeiro estúpido, ou dizer que deixou o coração comigo, ou muito menos vão me lembrar dos momentos vividos nas ilhas brasileiras. Tudo isso será passado. Tudo isso não passará de um pesadelo com marcas. Eu só preciso arrumar uma maneira. Preciso me vingar. Preciso destruir um imortal.

Preciso matá-lo...

sábado, abril 10, 2010

Duas Coisas Muito Úteis

Todos queremos camisas personalizadas que ninguém tem igual, certo? Certo! Mas a imaginação de alguns não é tão boa assim… E claro, tem aquelas imagens que você olha e diz: “Adoraria uma camiseta com isso!” Aqui vão algumas sujestões de camisas dadas pelo Byte Que Eu Gosto e outras que foram ideias minhas!

Clique nas imagens para ver ampliada 

PerigoVacaWoogie FlashVerso e ReversoAnimais típicos Fogo!PecandoPescando2 DarthVaderBiscoitoBang! Morreu(?)LabirintoSnape  Love Ya Danny Selvagem(ok, essa foi tara minha)

 

Para concluir, um mini-texto que achei no Byte Que Eu Gosto (again, sou louca por esse site. SUPER indico) 

1) Café é quente;
2) Café me deixa excitado;
3) Café é bom o suficiente para se usufruir todos os dias;
4) Café cheira bem;
5) Café te deixa nervoso algumas vezes;
6) Café te deixa aquecido;
7) Café muito forte ou muito fraco ainda assim é bom;

Coisas que eu gosto em você:

1) Basicamente as mesmas do café;
2) E quem sabe, talvez você também tenha um gosto bom e possa me deixar acordado a noite toda também.

segunda-feira, março 22, 2010

Faz um V e vem pra cá!

clip_image002Era uma vez um vampiro sanguinário... Realmente, ERA uma vez. Hoje nós temos uma nova perspectiva sobre os vampiros: de assassinos bebedores de sangue a leões domesticados.

E no princípio era ROCK! Tudo começou com Bram Stoker e seu Conde Drácula. Aquilo sim que era vampiro: garanhão, sanguinário, com presas afiadas, enfim, totalmente ameaçador. Ah, Lestat... Esse também não ficava muito atrás, um vampiro em uma banda de rock, quer coisa melhor e mais perigosa? Mas como tudo que é bom dura pouco, os anos foram se passando e o que era bom foi se acabando. No mundo vampiro do século atual, sangue humano é T.A.B.U., alguns vampiros aderiram à moda da abstinência de sangue. Para evitar ser conhecido como “sanguessuga sem alma”, vale tudo: beber sangue de vaca, cachorro, sintético, papagaio, de outro vampiro, leão, urso, o que vier sendo vermelho e plasmático, está no lucro!

A “raça” que um dia foi repelida, marginalizada, tratada como vilões, roqueiros loucos e sem coração, agora não saí da mídia, para onde olhamos vemos vampiros, vampiros, vampiros e fampiros (fan + vampiros). Não que eu não goste de vampiros, posso dizer que sou fã desde que me entendo por gente, só sou contra essa “hollywoodizada” que os vampiros sofreram.

Que saudade dá época em que vampiro era tri-sexual: homem, mulher ou animal, o que tiver no caminho eles traçavam. Vejam que interessante, agora temos vampiros com voto de castidade. Foi-se a época que vampiros não podiam ter filhos, agora, por mais que o tempo passe o esperma fica lá: firme, forte e vampiresco. Claro! Afinal, sangue de vampiro é um estimulante, Viagra é passado, a moda agora é V! Sem contar que morder ficou pra trás, agora uma lua na testa e uma boa reza pra sobreviver à transformação e pronto és um vampiro.

O Sol! Ah, o sol, aquela grande estrela que costumava tostar os vampiros... Onde ficaram os vampiros que só saem à noite? Ficaram com medo do escuro? Poucos são os vampiros arcaicos que só saem para caçar à noite, os mais evoluídos saem de dia e mantém uma vida humana tranquila. Basta ter um anel com uma pedra mágica ou não se importar de parecer uma alegoria de escola de samba, tudo ficou muito simples. Bom mesmo era o tempo de Lestat, que você tinha de beber um sangue de um vampiro lendário ou o de Drácula, que era clausura até o anoitecer. Pena que não se fazem mais vampiros como aqueles.

Se no presente já é assim, no futuro podemos esperar vampiros capazes de se tele-transportar (não confunda com correr muito rápido), com lasers nos olhos ou com um planeta próprio, para chamarem de Vampireville.

"Oh! Que saudades eu tenho
Da aurora de minha vida
Dos os anos não voltam mais!"

(ABREU, Casimiro de. Meus Oito Anos – Adaptado)

 

Por Isabella Quaranta – desde pequena fã de vampiros

terça-feira, março 16, 2010

A abelha – um relato verídico

Por volta de 18 horas, Isabella estava usando calmamente seu computador, meio que sem ter o que fazer (mesmo sabendo que tem prova de física e espanhol no dia seguinte). Tudo parecia muito calmo, até mesmo a internet estava muito mais monótona que o normal. Algo estava estranho, e Isabella podia sentir isso. Você meio que sabe quando vai ser atacada por um bicho de mutação genética avançada. I
Isabella parou de digitar e segurou o folego por alguns minutos. Lentamente ela se virou de costas e reparou, junto ao vidro da luminária no teto do quarto, que o barulho vinha dali, de um inseto gigante e mudado geneticamente.
Ela sai correndo pela casa gritando, em busca de salvar sua própria vida. Avisa a seus familiares que um inseto mutante tomou conta de seu quarto e não vai sair dali enquanto não o levarmos a nave mãe. Anna, a mãe de Isabella, corajosamente se arma com um spray contendo veneno e parte para enfrentar uma batalha da qual ela não sabe se voltará.
Depois de um minuto uma hora de guerra, sangue e zunidos de insetos, Anna volta para sua filha e diz: Agora é só esperar a abelha morrer. Sua cara de total despreocupação deixaria até mesmo Rambo chocado. Isabella pergunta a sua mãe se tudo correu bem, ela (a mãe) responde com a mesma confiança mostrada antes: Claro, era só um pouco de Baygon e já foi tudo resolvido.
Mas Isabella não confia nisso, ela pede para a mãe voltar ao quarto e se assegurar que tudo está bem e é seguro voltar para seu quarto. Então Anna volta e grita do quarto: TÁ TUDO LIMPO, PODE VIR. Isabella, vai até lá , sua mãe a mostra as marcas da guerra – uma abelha no chão, perto do banheiro.
Isabella olha para sua mãe e a agradece. Esta olha para a filha e diz: “Agora, limpe”. Isabella encara a mãe incrédula, como aquela mulher que sempre a amara tanto, que a alimentara, dera carinho, estava mandando ela fazer algo quase que impossível. Limpar, leia-se remover o corpo da abelha. Isso é uma tarefa quase impossível para Isabella, que tem nojo até de formiga… Mas ela não se abate. Pega uma pá na cozinha e faz o seu dever, mas não sem antes encarar sua mãe e dizer:
- Se eu morrer, lá, se a abelha voltar a vida e tentar se vingar da sua assassina, nunca mais falo com a senhora.
Então ela se virou e partiu em busca do corpo da Abelha mutante. Ela inclina o corpo para longe da abelha e aproxima a pá só usando uma mão. De repente, ela escuta um plaft, como se algo tivesse sido esmagado, então Isabella larga tudo no chão e começa a correr em círculos dentro de seu quarto enquanto grita: “que nojo, que nojo, que nojo”. O desespero do nojo estava estampado na cara da jovem garota.
Depois de muito brigar contra a pá, esmagar o corpo morto da abelha mutante, Isabella consegue finalmente colocar os restos dela (da abelha) na privada de dar descarga. Mas não sem antes gritar mais um pouco de “que nojo, que nojo, que nojo”.
Toda essa batalha complexa e desafiadora foi narrada ao som de Cobra Starship. No final, Isabella saiu viva e achou inspiração para uma nova postagem.

sexta-feira, março 05, 2010

Entre aspas

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Então ela conclui dizendo: Abre aspas. Todos os alunos da sala a encaram, como se esperassem o que vem depois das aspas. Ela os devolve um olhar amoroso, recolhe suas coisas na mesa e parte em direção a porta. Até que um aluno a para no caminho: Professora, o que vem depois das aspas?. Ela sorri para aquele jovem, que mal sabe a beleza das palavras ainda e diz: Isso depende de você. Então continua seu caminho.
Os outros alunos, que ouviram esse curto diálogo trocam olhares de espanto. Todos se perguntavam o que vem depois das aspas. Daí começou um debate sobre o que vai acontecer.
Abre aspas. Duas palavras que podem levar a vários caminhos. O que acontecem entre esse sinal gráfico pode mudar o rumo de tudo que acontecerá no texto. É possível descobrir um novo amor, uma traição, a solução de um mistério. “Eu te amo”, “Eu te odeio”, “Eu quero ficar com você por toda eternidade”, “Ela não resistiu”. Tantos caminhos, tantas possibilidades.
No dia seguinte, quando a professora entra novamente na sala, os alunos não falam nada sobre a aula anterior. Ela coloca suas coisas no birô e pergunta a eles: O que ocorre após as aspas? Os alunos levantam as mãos, loucos para expor suas ideias. Ela calmamente escuta cada uma das opiniões, das mais diversas e únicas opiniões. Depois de muito ouvir, ela responde a curiosidade dos alunos: Ela fala “Adeus”. Todos presentes na sala olham para a professora, alguns, mais sensíveis choram, outros ficam em silêncio e se contentam em olhar para o teto. Mas todos, sem exceção, sentem o peso da escolha daquelas palavras.
Depois daquele dias, aspas nunca foram tão reveladoras e temidas pelos alunos. Todos entenderam a função daquele sinal gráfico, e mais, entenderam sua função na vida, de mudar o curso e trilhar um novo caminho.

quarta-feira, março 03, 2010

Uma mudança de vida

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Quando tinha 7 anos, sonhava em ser modelo ou policial. Era quase um sonho utópico que eu tinha. Dois anos depois eu parei na frente do espelho vi meu físico e minha altura e desisti de ser modelo. No mesmo ano descobri que eu tinha medo de agir, gostava de pisar segura, não arriscava. Então desisti de ser policial. Minha primeira desilusão tinha se concretizado.

Segui a diante, com 9 anos, quis ser advogada, e continuei com esse pensamento até o julho de 2009. Hoje, posso dizer que vejo prazer em escrever, mas ainda penso em fazer Química. É muita pretensão da minha parte imaginar que eu poderia viver de livros. E se não der certo? E se eu largar tudo para isso, funcionará? Segundo os especialistas, estou na fase do questionamento. Tudo vira uma dúvida, tudo tem dois caminhos. Então, se escrever é um dom que se nasce, como só fui criar prazer por isso agora?

Até 2007, eu não gostava de ler, muito menos de escrever. Foi com a paixão pelos livros, a viagem para outros universos, os delírios e sonhos que criei amor pelas palavras. Não digo que sou uma escritora, apenas sinto prazer em me expressar pelas palavras. Minha vida sem esses momentos, sem esse desabafo seria incompleta, ficaria aquele vazio do silêncio.

Imagine um mundo novo, onde tudo – impossível e possível – pode acontecer, onde podemos viver em paz sem nunca nos preocuparmos com o dia seguinte. Imagine uma vida onde nada engorda, tudo faz bem, e a vida é muito boa para se viver. Monótono não?! Então coloque nesse sonho, uma trama de conflitos, amores, magia, segredos. Se prefere do gênero policial, faça isso. Transforme esse mundo em tudo que você quer. Assim é o mundo dos livros, da escrita, da magia.

“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever” (Clarice Lispector)

domingo, fevereiro 28, 2010

Uma paixão, uma brincadeira do destino

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Éramos jovens naquela época, eu tinha 10 anos e você 8. Foi numa manhã que você me beijou pela primeira vez, e prometeu que um dia nós iríamos nos casar. Eu, bobo que era, disse que já éramos casados, mas foi brincando que te disse que te amava. Foi então que você se mudou. Foi para outra cidade e perdemos o contato, mas eu nunca te esqueci e sempre te levei na memória para onde quer que eu fosse. Um dia iríamos nos reencontrar.
Mas o destino é traiçoeiro, ele tramou o nosso reencontro. E hoje estamos aqui, no altar. Eu sou o noivo, e você a madrinha. Poderia haver melhor momento para antigas paixões?

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Especial de Natal

Feliz Natal meus amores!

Eu tinha dito que ia fazer um especial com Rebecca e Jean Patrick. Mudei de ideia, fica essa pra outro ano. Eu vou fazer uma short song (estória curta musical). É o seguinte, o tema não tem nada haver com os méridoys, mas vai ficar fofa e mostrar o espírito natalino. A música é linda. Aviso: A música não vai ficar igual ao texto, então dêem pausa após ouvir o trecho ou sigam assim mesmo, caso tenham a música em casa, melhor ainda! :D

Aqui vai a música:

Beijos e bom natal!

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Vampiros: A nova moda

Oi oi a todos.
Bom, eu sei, to devendo o capítulo. Mas prometo postar logo.
Hoje eu estou aqui pra falar outra coisa.

Estava eu, muito empolgada (sem ter o que fazer) na internet, quando eu me deparo com um blog que falava sobre "por que mulheres adoram vampiros?". Então... decide criar a minha teoria.

Alguns tópicos que eu considero para admitir minha paixão pelos sugadores de sangue mais manjados da Terra:
1 - Vampiros são do mal (6) hohoho.
2 - 90% são muuuito bonitos (exceções como Nosferatus são fato.)

Mas o detalhe é esse, depois de Bram Stoker fazer um mega-super-hiper-sucesso com seu Conde Drácula super malvadão, todo mundo decidiu escrever de um jeito único sobre esses seres noturnos.

Falando sério, as descrições são semelhantes (?).
Vejamos:

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