Eu me sento e espero pelo entardecer. São momentos como esse em que vemos como é bela a vida. Em que outra hora veríamos o céu laranja? Durante o amanhecer, ele está vermelho, é quando o céu mostra as marcas da noite. Ao entardecer ele se arrepende pelos erros cometidos no dia. Agora está escurecendo, porém ainda é claro, posso ver os últimos raios de sol no horizonte. A noite está chegando, e o dia vai partindo. Porém, ao entardecer, eles param para conversar. Dois opostos convivendo em perfeita união. O entardecer é a hora mágica, é a hora em que renovamos a nossa esperança: por mais escuro que esteja, o sol há de nascer e iluminar meus caminhos, por isso, posso continuar.

Isabella Quaranta

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domingo, julho 10, 2011

Mas eu tenho medo de crescer

Crescer, amadurecer, tornar-se “adulto”, chame como quiser, mas esta é uma das decisões mais complicadas da vida. Imaginar que se chegou a um ponto em que o passado se tornou, literalmente, passado, e que tudo que está por vir é novo e nunca testado é apavorante. O que passou sempre estará lá, te lembrando do seu melhor e do pior, mas ele parece pequeno diante do novo mundo que se abre.

Sempre gostei mais do Ano Novo que do Natal. Na verdade, Ano Novo é minha festividade predileta, e não só por culpa do champagne e dos fogos, e sim pela ideia de poder recomeçar. Na real? Eu morro de medo dessa ideia. O momento da virada é sempre o mais angustiante, é aquele momento que não há mais volta, que tudo mudou de vez. De agora em diante, ano novo, vida nova. Imaginar sua vida toda de novo não é algo fácil, ainda mais quando vem acompanhada de mudanças decisivas. Seja na cor do cabelo, no colégio, ou talvez, uma mudança de Estado. A dúvida de como será o dia seguinte, o medo de errar e não poder corrigir, a mínima ideia de sair da zona de conforto pessoal me tira o chão.

Concluir o Ensino Médio. Caramba, como podem 3 anos de colégio serem tão decisivos na minha vida? Como tem gente que olha e diz “estou calmo”? Ter de abandonar velhos hábitos, assumir novas responsabilidades, conhecer novas pessoas. E se depois eu descobrir que não era o que eu queria? E se eu me decepcionar com a escolha e decidir largar tudo? Pela primeira vez tive uma certeza: vou arriscar.

Só há um jeito de descobrir se eu errei, se acertei, se valeu a pena: pulando de cabeça. Mas pular fundo, sem medo de se afogar, longe da borda e sem bote salva vida. Pular como nunca fiz antes. Talvez, se tudo der certo, eu seja meu próprio bote.

domingo, junho 12, 2011

Um dia por ano

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Esse não é pra ser mais um texto sobre dia dos namorados, como amar é lindo, como tudo é maravilhoso e como estou sozinha. Esse é um texto que meu coração grita para despejar em algum lugar, não deve haver coerência, não deve haver sequência lógica de fatos. Deve haver honestidade e uma eterna alegria que tenho dentro de mim.

Sabe quando você acorda e se dá conta que acaba de acontecer? Que seu mundo virou ao avesso e tudo parecer estar mais bonito. Aquele momento que você percebe que está amando? Hoje, domingo, 12 de junho, dia dos namorados, eu me senti assim. Não, eu não tenho namorado, mas não é preciso ter um para amar. Não é preciso escolher muito, é preciso sentir. Começou com um ‘oi’. Totalmente comum, sem segundas intenções. E agora, cá estou, parecendo uma boba de 12 anos que acha que a vida não podia ser mais bonita.

Sinatra, Nando Reis, Elton John. Minha trilha sonora até agora. Eu fico relembrando os momentos que passamos juntos, fico olhando pro telefone, fico torcendo que ele me ligue só pra dizer que queria estar comigo. Juro, queria ter coragem de fazer isso. Queria ter iniciativa de ligar pra ele e dizer que eu não consigo pensar em outra coisa, que tudo ao me redor me lembra seu cheiro, seu beijo, sua mão grossa na minha, sua risada alta.

O mais bizarro é que eu tinha desistido do amor, como dizem minhas amigas: eu congelei meu coração. Mas como alguém pode, tão rápido, ser uma chama e derreter esse cubo de gelo. Ontem eu me senti amada, eu me senti bonita. E não foi por culpa de um “Você é linda” sussurrado no meu ouvido. Eu sempre sonhei com aquele amor de revista, de filme, bem sonhador. Hoje, eu realmente só quero ele do meu lado. Não sei se será para a vida toda, mas pelo menos que seja como Vinícius disse, “infinito enquanto dure”.

Sei que ele não irá ler isso, mas mesmo assim, gostaria de um dia ter coragem de te dizer, que te amo.

Esse texto conseguiu resumir meu dia, minha musa, Fernanda Mello

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Sonho de um homem acordado

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O quão arriscado é dar uma passo? O simples ato de seguir adiante já é uma prova de como a humanidade vive de esperanças. Quem sairia de casa se achasse que ia morrer naquele dia? A vida seria inviável sem um pouquinho de fé.

Dos mais ricos aos mais pobres, a esperança é o alimento da alma. Começamos relacionamentos acreditando que eles vão perdurar, da mesma forma como que andamos em frente, crendo em chegar a algum lugar. Não há como ter certeza do futuro. O utópico “felizes para sempre” impulsiona nossas ações, esperamos por algo melhor, por isso, continuamos.

Segundo Aristóteles, a esperança é o sonho do homem acordado. Edgar Allan Poe diz que “a vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na esperança de sê-lo muito em breve”. Por maiores que sejam os pensamentos e mais pensadores reflitam, todos chegam à mesma conclusão: não é possível viver sem esperança.

Diz o ditado popular que a esperança é a última a morrer, afinal, depois que esta acaba perde-se o propósito da vida. Fica-se no vazio. Cultivá-la é tão simples, muitas vezes basta um sorriso, um olhar, um tempo para pensar sobre sua vida hoje e amanhã.

Aquele que faz por meios justos para conseguir o sucesso, que tem paciência e perseverança, um dia há de alcançar seu nirvana.

Isabella Quaranta

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Commedia Dell’Arte

Representamos nosso papel no teatro da vida, vestimos as máscaras que nos cabem, atuamos como senhores de nossas decisões. Sem ensaios, sem segunda chance de brilhar, devemos obedecer ao roteiro; e deixar a peça acontecer.

Primeiro ato, os atores são apresentados. Pierrô, o triste e sonhador apaixonado. Arlequim, o risonho e beijoqueiro. Os atos e a aparência cativam a platéia, que toma uma posição entre os dois apaixonados por Colombina. Inconscientemente, os atores vivem um paradoxo interno. Agem de acordo com seus personagens, sem saber ao certo como se sentem. Da mesma forma que Maquiavel já dizia “Todos vêem o que pareces ser, mas poucos realmente sentem o que és”, a platéia estava alheia dos atores, não me refiro aos personagens, e sim a quem eles são.

Logo no segundo ato, o triste Pierrô se torna um alegre Arlequim. Não há opção. O show deve continuar. Um sonho de Pierrô não é forte contra o beijo do Arlequim. Veste-se uma máscara de alegria. Esconde-se a dor, a fraqueza; os fortes dominam, os fracos abaixam a cabeça. Enquanto o Arlequim se mantém feliz, altivo, risonho, dentro de si uma guerra se trava. Sua dor por, talvez, perder Colombina, contra sua personalidade forte e otimista.

Cultivamos uma cultura da imagem, o externo, sem nos importarmos muito com o conteúdo, a essência. Sorrisos, lágrimas, abraços, palavras, armas de boa convivência. Perdemos nosso ser para cultivar uma imagem idealizada. O bonito, o gordo, a magra, a feia, palavras soltas que tentam descrever o exterior. Pois o interior não é descrito com palavras, mas com atos. Nem tudo é o que parece ser imagens enganam até mesmo ao mais apurado olhar.

Antes sermos julgados por sermos quem somos, do que sermos por sermos alguém o qual idealizamos ser. Nas palavras de Chaplin, “a vida é como uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.

- Isabella Quaranta.

Minha redação do colégio em 24.01.11

(publicada com atraso.)

domingo, janeiro 16, 2011

Dream a little dream

Queria personagens da ficção na vida real. Queria um sonho de uma noite de verão. Queria um amor em vermelho. Sonhei em ser uma princesa, ter um amor eterno e ser feliz para sempre. Desejei não sofrer, mas se tal dor viesse, que tudo fosse por algo melhor, algo que me recompensasse no final. Fiz de tudo para meu sonho ser real. Me apeguei nessa ilusão. Imaginava um amor como nas letras dos Beatles, ou como as músicas falavam. Queria me apaixonar toda sexta-feira. Queria ser feliz assim.

Sonhei com o mundo, sonhei. Sou uma sonhadora, e por mais que isso seja difícil, vou morrer assim.

sábado, dezembro 25, 2010

Wish List



Querido Papai Noel,

Nesse Natal quero fugir. Quero fugir dos problemas, dos temores, das mentiras, do sofrimento. Quero fugir de tudo que me faz mal. Quero fugir das brigas e dos desentendimentos.

Nesse Natal quero morrer. Quero morrer de amor. Quero morrer de alegria. Quero morrer de felicidade por está com todas as pessoas que amo.

Nesse Natal quero viver. Quer viver tudo que não vivi de agora em diante. Quero viver com um fogo que me faça ser melhor.

Nesse Natal quero comprar. Quero comprar a paz no mundo. Preciso saber onde estão negociando, preciso fazer isso antes que seja tarde demais.

Nesse Natal quero alguém. Alguém que seja especial para mim. Alguém para amar e que confie todos os meus segredos. Alguém que saiba como estou com apenas um olhar.

Nesse Natal quero meus amigos. Meus amigos mais próximos que estão tão distantes. Quero meus amigos junto de mim, nem que seja no meu coração. Quero pensar neles e saber que estão pensando em mim. Quero que eles sejam felizes.

Nesse Natal quero tudo. Tudo de bom e de melhor para todas as pessoas. Tudo que possa fazer do mundo um lugar melhor. Tudo que faça outra pessoa sorrir.


Querido Papai Noel,

Se eu não puder ter, pelo menos, 3 desejos atendidos, que o próximo Natal seja melhor que esse. Vou continuar insistindo nisso. Não posso desistir. Posso ser só uma, mas acho que falo por todos.

Grata,
Esperança.

sexta-feira, setembro 03, 2010

When you wish upon a star

E se tudo não passasse de um sonho? Ella se perguntava em pensamentos. Era meio ilógico logo ela ter sido escolhida meio a tantas outras tão melhores.

Insônia. Todas as noites ela temia dormir. Isso era óbvio. Ella achava que tudo era um sonho. Seu casamento será amanhã, mas ela ainda não consegue compreender. Duas semanas atrás ninguém sabia seu nome, agora todos os jornais e todas as pessoas só falam dela. Como tudo isso foi acontecer? Como ele foi gostar de mim? Ella sabia que ele estava ali, mas ainda era algo muito utópico para ser real.

- Ella, está tudo bem? – uma voz grave a chamou.

- Sim, só estou apreensiva. – Ella olhou diretamente nos olhos dele. – E se tudo não passar de um sonho?

- Então será um sonho do qual nunca quero acordar. – ele a abraçou e beijou sua testa.

- Nem eu. – ela deitou sua cabeça no peito dele e se forçou a dormir.

No dia seguinte, quando despertou, ele não estava mais lá. Ella se desesperou. Tudo não passara de um sonho. Como pode ser tão boba de acreditar que poderia ser real? Coisas assim só acontecem em contos de fada e livros. A pobre Ella pôs-se a chorar destroçada. Em meio as lágrimas, conseguir distinguir um pedaço de papel, meio amassado sobre sua penteadeira. Um bilhete. A letra era antiquada e dizia:

“Alguns sonhos são tão belos, que o universo os torna realidade. Acredite neles.

Te espero na Igreja, não se atrase.

Com amor,

Char.”

sexta-feira, agosto 20, 2010

Vingança eterna

Nota de início: essa é uma obra inacabada, não espere ter um final. Talvez eu continue, talvez não. Saiba que isso não é fan-text.

Eu estava decidida a fazer aquilo. Já era inevitável que depois de tanto tempo a relação fosse esfriar (literalmente). Eu tentei me separar outras vezes, mas ele nunca me deixava sair livre. Sempre com aquela história de eternamente, você prometeu, e blábláblá. As mordidas até que eram legais no início, mas depois começaram a ficar cansativas. Eu já não podia suportar. Todos os namorados da minha filha me pareciam sensuais, perigosos e atraentes.

Por que eu não podia ter me casado com alguém mais selvagem, perigoso, que pudesse morrer? Não, eu tinha que escolher o vegetariano que vira a atração principal da parada gay! Malditos vampiros. Eu já não tenho sido a mesma desde os últimos 120 anos. Fisicamente tudo permanece igual, nem engordar eu consigo, porém mudei meu modo de pensar. Desde que Jacob morreu, tudo vem mudando. Renesmee virou uma rebelde sem alma, Edward mal fala com o resto da família, e eu não sinto mais nada por ele. Entre nós existe um vazio enorme.

- Bella? – escuto a voz de Alice, aquela pequena anã que sempre conseguiu me suportar e me fazer não abandonar Edward há 50 anos.

- Sim. – continuo olhando para o nada, acho que estou assim há tanto tempo que eu não devo ter notado.

- Você está bem? Quer sair para comprar algo?

- Não, pode ir sem mim. – sorrio tornando meu rosto para suas faces preocupadas. – Estou cansada, acho que vou ler.

- Tudo bem. – ela sai e eu pego a merda do “Morro dos Ventos Uivantes” depois de 120 anos esse livro passa a ser cansativo e repetitivo. Vingança, vingança, amorés frustrados, vingança. Edward me fez jurar nunca comprar livros novos. Ele diz que são muito “ridículos, fúteis e sem conteúdo”, então eu deveria ocupar minha mente com livros mais antigos. Leia-se: Morro dos Ventos Uivantes. Será que alguém pode odiar tanto um livro? Toda a minha vida tem girado em torno daquele vampiro purpurinado e egocêntrico por vários anos. Tudo que eu tenho feito foi por ele, influenciada por ele, pensando nele. Edward, Edward, Edward.

Isso até hoje. Finalmente terei a minha liberdade depois que eu concluir meu desejo. Ninguém vai me chamar de cordeiro estúpido, ou dizer que deixou o coração comigo, ou muito menos vão me lembrar dos momentos vividos nas ilhas brasileiras. Tudo isso será passado. Tudo isso não passará de um pesadelo com marcas. Eu só preciso arrumar uma maneira. Preciso me vingar. Preciso destruir um imortal.

Preciso matá-lo...

quinta-feira, agosto 05, 2010

Fascinação.

   Félix foi formar fortuna feito Fabrício: financiando falsários. Forjou fuga. Frankfurt: frio forte, fome, fraqueza, falhou. Fugiu. França. Fez-se farmacêutico. Foi filosofar. Fez-se falsário. Fez-se fazendeiro. Fátima, fêmea, francesa, frágil. Fê-la família, fez filhos, felicitou-se. Fábio, fanfarrão, feirante façanhoso, fornicou Fátima. Félix ficou furioso, feriu Fábio. Facadas. Fez fama! Ficou famoso financiando festivais. Fascinou francesas, favoreceu firmas, forneceu feijão franciscano, fumou farinha, falsificou flautas. "Finalmente feliz", frase final. Félix, firme, forte, fútil, fino, formidável.

Formoso funeral, feito final.

quarta-feira, junho 30, 2010

Papel Higiênico

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Eu estava ajudando minha amiga a criar o nome para um blog quando tive essa ideia de postagem. Inicialmente, achei que não ia dar em nada, ainda mais que eu não tinha uma ideia totalmente formada. Mas quem disse que para escrever deve-se ter tudo pronto? O texto deve fluir assim como as ideias fluem, sem controle, sem ordem. Por isso estou aqui, comecei a escrever isso e não sei no que vai dar, só espero que no final, eu consigo chegar à algum lugar.

Papel Higiênico.

Provavelmente essa é a invenção mais útil e simples do homem. O que seria da sociedade sem o ‘Papel Higiênico’? Todos precisamos de Papel Higiênico na vida, afinal, alguém tem de limpar a sujeira que deixamos pelo caminho.

Convenhamos que as melhores ideias que o ser humano já teve, veio durante uma ida ao banheiro. Nesses momentos, você é capaz de refletir sobre seu dia, sua vida, o que fará do futuro. São momentos como esses que você está só com seu eu interior (literalmente). Não há ninguém atrapalhando você. Não há ninguém COM você (isso seria nojento). Alguns autores escreveram suas primeiras grandes ideias em papel higiênico, não vou citar nomes pois são inúmeros. Tantas soluções são formadas naqueles momentos de alta reflexão, quando você pede perdão por seus pecados, quando você se vê como alguém que sofre, que vive, que respira. O Papel Higiênico está presente em todos os momentos da nossa vida. Seja em qualquer hora, seja em qualquer época.

Há também os “Amigos Papel Higiênico”, aqueles que limpam as merdas que fazemos na vida. Nunca sabemos quem são nosso amigos até os momentos em que precisamos de um Papel Higiênico. Haverão aqueles que vão fugir, e haverão aqueles que vão ficar ao seu lado, não importa o que você tenha feito. Basta um erro e todo mundo se afasta. O Amigo Papel Higiênico permanece ali, ao seu lado, com você, pronto para te ajudar a superar toda aquela cagada e limpar tudo para o passado. Vivemos esperando por alguém que nos entenda, que nos faça feliz, que não nos julgue e que não nos reprima.

Papel Higiênico. Algo tão útil e que subestimamos tanto. Apenas um pouco para apagar as marcas do passado, apenas um pouco para viver melhor. Existem papéis higiênicos de todos os tipo, depende da situação que usamos e do local onde são encontrados. Os macios não machucam, são perfumados e mascaram a dor. Os ralos, incomodam, ferem, deixam vermelho, demonstram que passaram por ali. Que tipo você precisa agora?! Esquecer ou lembrar?

Quero desejar-te vários papéis higiênicos para sua vida. Mas que não precise deles tanto quanto eu preciso sempre. Quero desejar-te vários amores perfeitos, vários momentos de alegrias imensuráveis, várias mancadas e várias voltas por cima. A vida é feita de erros, e para todo erro precisamos do Papel Higiênico, é graças a ele que voltamos com a cabeça erguida e sem lembrar dos erros passados.

sexta-feira, maio 07, 2010

Eu trocaria a eternidade por esta noite

- Me promete a eternidade?

- Por que queres a eternidade se temos o agora? Isso não basta?

- É. Acho que sim. Me promete o agora?

- Eu te prometo o agora sempre. Nada importa mais para mim do que o meu agora seja com você.

- Eu te amo.

- Eu também.

quarta-feira, abril 21, 2010

Borboletas

Porque estamos sempre querendo nos adaptar ao gosto dos outros? É meio que uma busca constante.
Acontece principalmente entre os jovens, aquela questão de ser aceito pelo grupo, fazer ele(a) gostar de mim, não pelo que eu sou, mas pelo que eu posso ser.
Sinceramente isso não faz sentido algum, porque sentimos tanto a necessidade de agradar ao outro? Quer dizer, porque pensamos que ninguém vai gostar do que somos de verdade? Talvez seja pelo medo de não ser aceito, de ser julgado "diferente" por todos os outros. Talvez.
Temos tanto medo de ser diferentes, mas ser diferente supostamente é uma coisa tão boa, se diferenciar dos outros "iguais", ser você mesmo.
Tem gente que não se aceita e esconde seu verdadeiro modo de ser, e por esse motivo acaba vivendo ás sombras do que os outros esperam dele(a).
Vamos pensar, o que seria do mundo se todos fossem perfeitos? Se todos tivessem os cabelos loiros e os olhos azuis que tantos julgam perfeitos? Se ninguém nunca cometesse uma gafe ou coisa do gênero? Se fosse um mundo completamente perfeito, no sentido literal da palavra? Ia ser chato, ia ser entediante, apenas pelo fato de ser... perfeito demais. É algo a se pensar.
Acho que você já ouviu a frase "Não prenda as borboletas, cuide do seu jardim que assim elas aparecerão" É bem por aí mesmo, você não tem que só cuidar dos outros, mas sim, de você, assim os outros aparecerão, e poderão ver a maravilhosa pessoa que você é.
Você tem que parar de procurar alguém perfeito para você, porque algum dia vai aparecer, não quem você estava procurando, mas quem estava a sua procura.

sábado, abril 10, 2010

Duas Coisas Muito Úteis

Todos queremos camisas personalizadas que ninguém tem igual, certo? Certo! Mas a imaginação de alguns não é tão boa assim… E claro, tem aquelas imagens que você olha e diz: “Adoraria uma camiseta com isso!” Aqui vão algumas sujestões de camisas dadas pelo Byte Que Eu Gosto e outras que foram ideias minhas!

Clique nas imagens para ver ampliada 

PerigoVacaWoogie FlashVerso e ReversoAnimais típicos Fogo!PecandoPescando2 DarthVaderBiscoitoBang! Morreu(?)LabirintoSnape  Love Ya Danny Selvagem(ok, essa foi tara minha)

 

Para concluir, um mini-texto que achei no Byte Que Eu Gosto (again, sou louca por esse site. SUPER indico) 

1) Café é quente;
2) Café me deixa excitado;
3) Café é bom o suficiente para se usufruir todos os dias;
4) Café cheira bem;
5) Café te deixa nervoso algumas vezes;
6) Café te deixa aquecido;
7) Café muito forte ou muito fraco ainda assim é bom;

Coisas que eu gosto em você:

1) Basicamente as mesmas do café;
2) E quem sabe, talvez você também tenha um gosto bom e possa me deixar acordado a noite toda também.

sexta-feira, abril 02, 2010

A curta vida de um neurônio escrivão

Para minha amiga Patrícia,

quem teve a única ideia de explicar os neurônios escrivães.

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Você, mero mortal que não faz ideia do que seja um neurônio escrivão deve estar se perguntando: Que merda é essa? Bom, caro amigo, neurônios escrivães são pessoinhas que vivem em nossos cérebros e passam o dia anotando toda e qualquer informação que seja necessária e passe pelo cérebro, dessa forma, impedindo que você esqueça das coisas. Quando o fenômeno do “deu branco”, “síndrome de Dori” ou o popular “esqueci!” acontece, se deve ao desgaste desses neurônios que decidiram tirar férias. Hoje nós entenderemos como é a vida e a morte desses neurônio.

Nosso simpático neurônio chama-se Godofredo e ele nos mostrará como tudo acontece dentro do centro escrivão.

Tudo começa com milhares de impulsos.  Quando esses impulsos chegam ao centro escrivão, as informações são divididas pelos neurônios. Os neurônios tem a responsabilidade de classificar as informações por grau de importância. As mais importantes são encaminhadas para o Controle, a zona da chamada memória fixa, ou seja, tudo aquilo que você não vai esquecer tão cedo. Um trauma de infância, por exemplo, fica armazenado lá, assim como seu nome, nome dos seus pais (ou não), o telefone do vizinho(a) bonitão(ona), entre outras coisas. As informações inúteis são arremessadas na Zona Negra, uma área obscura, macabra, negra, estranha e feia do cérebro. Normalmente é lá que é jogado o msn daquele garoto(a) estranho(a) que você conheceu, a aula de matemática,  aquele número de telefone que sua mãe mandou decorar, a lista de compras, coisas como arrumar o quarto, sair de casa, comprar babata, etc. As demais informações ficam engavetadas na sala do chefe. Um cara realmente do mal, que obriga os neurônios a não mandarem informações para ele, ou seja, só tem duas classificações: URGENTE ou INÚTIL. Os pobres neurônios tem uma vida muito oprimida.

Comida – Banheiro – Transmissão de Calor – 2πR – Sono – Casa – Geometria – Fome – Intervalo – Diretoria – Correr – Castigo – Cnidários – Comida – Revista – Casa – TV – Bob Esponja – Banho – Deitar – Sair – Não sair – Ficar – Ligar – Negar – Dormir – Acordar – Jantar – Banho – Dormir – Fim. Essas foram as informações anotadas e repassadas para o Controle por Godofredo. Devemos reconhecer, que como neurônio escrivão em treinamento, ele ainda não sabe dividir o que é importante do que não é, então todas as informações que passaram reto, foram jogadas na Zona Negra.

Quando algo dá errado e uma informação importante é jogada na Zona Negra e precisa-se dela posteriormente, o centro escrivão entra em delírio. Todos, eu disse TODOS os neurônios escrivães se movem para a zona negra e passam a procurar a informação incansavelmente. Eles só saem dali depois de encontrarem a informação. Se ocorrer um fracasso na operação, muito neurônio se matam (como é o caso de Godofredo – o responsável pela informação que foi perdida), e outros decidem sair de férias, se mandar para a medula e viver a vida sobre as ondas de impulsos involuntários.

É por esse razão que ao esquecermos de uma informação, se fizemos muito esforço para lembrá-la, gastando mais de 5 minutos, começamos a esquecemos de outras informações importantes, os neurônios passam a se dedicar somente aquilo e esquecem as demais informações, gerando uma sobrecarna no cérebro, que ocasiona a dor de cabeça.

Infelizmente, não há como reviver um neurônio escrivão. O máximo que pode ser feito é multiplicar os que já existem, o que é fácil. A resposta para a reprodução de um neurônio escrivão é o ócio, a preguiça, o popular “deixar o cérebro em casa”. Esse exercício mental deixa os neurônios mais capacitados, pois permite que eles tirem férias temporárias. Quando tudo voltar ao normal, eles estarão descançados e fortificados e tudo acaba feliz. ÊÊÊÊÊ :)

Como um só



Olá, meu nome é Adriana e a Bella me convidou para postar aqui no blog com ela e enfim, cá estou eu, espero que gostem da minha história, eu particularmente gosto bastante dessa:


"A menina corria pelo jardim molhada da cabeça aos pés, a capa de chuva que tinha comprado era uma fraude. Mas era o primeiro treino de Erik e ela prometeu que estaria lá assistindo. Com a visão turva pela chuva esbarrou em alguém e só se deu conta do ocorrido quando já estava no chão. O rapaz alto e magro que tinha derrubado a menina, ao ouvir uma exclamação feminina já se pôs a ajudá-la de prontidão mostrando-se um cavalheiro.
A pôs de pé e quando pode reconhecê-la soltou um grunhido e disse com a voz cheia de arrogância :
-Ah, é você.
Quando o viu deu um jeito de se soltar e continuou seu caminho ignorando qualquer interrupção do menino.
-O que faz aqui fora com uma chuva dessa? - ele perguntou acompanhando-a - Não é nada pessoal, só acho que ninguém merece isso.
-Não que seja da sua conta - ela respondeu - Mas vou ver o treino de Erik.
-O treino de futebol? Foi cancelado devido a chuva. - ele disse como se fosse algo óbvio, e na verdade era.
Ela suspirou e deu meia volta. Antes de poder dar um passo ele adiantou-se e a pegou no colo. Quando ela fez simples menção de reclamar ele disse:
-Não quero me atrasar mais por sua causa. Estou com frio e quero chegar quanto antes ao prédio.
Ela se conformou e ficou quieta enquanto ele a carregava até o prédio cinzento a frente, mesmo sendo magrelo como ele só, dava para ver que ele era bem mais forte que ela, pois a carregava com uma facilidade incrível.
Já dentro do prédio ele a largou e seguiu seu caminho, ela observou-o se afastar e resolveu ir até seu dormitório.

No dia seguinte logo pela manhã, a menina recebeu um bilhete que dizia: "Senhorita Elena McWright, por favor se dirija a minha sala o mais rápido possível. Diretor".
Ela se dirigiu a sala do diretor e encontrou Thomas Griffin lá. O menino que tinha carregado-a na noite anterior.
Ele a fitou com seus olhos azuis e ela se perdeu na imensidão dos mesmos até o diretor os interromper:
-Vocês estão aqui apenas por um motivo, farão a ronda das 22hrs juntos. Como são monitores está na hora de começarem a cumprir seu dever.
-Mas senhor... - Thomas começou
-Não quero reclamações Griffin, eu decidi isso e assim será. Comecem hoje.

Naquela noite ela o encontrou no corredor e resolveu assustá-lo. Se aproximou dele e soltou o tão famoso "buu" que apenas o fez revirar os olhos e dizer:
-Tem como você ser menos criança?
Aquilo doeu.
Ficaram alguns minutos em silêncio até ouvirem um barulho dentro de uma sala próxima ao local em que eles se encontravam. Thomas a puxou para dentro da sala e disse:
- Quem está aí? Somos monitores, saia agora!
O diretor saiu das sombras um tanto irritado:
-O trabalho de vocês é vigiar os corredores, não as salas de aula.
-Desculpe senhor, só estávamos checando - Thomas disse tentando parecer arrependido
-Que não aconteça de novo - ele disse, e saiu.
-Não sei porque ele ficou tão irritado, só estávamos checando, não foi nada de mais... - Thomas começou a falar e nem reparou que Elena tinha se sentado perto a janela fria e estava chorando. Lágrimas, estas que ele havia causado.

-O que foi? - perguntou atordoado.

-Não entendo o que passa em sua mente, muito menos em seu coração. - ela disse com lágrimas descendo pelas bochechas avermelhadas.
-E desde quando isso é um problema? - ele perguntou.
-O fato de não saber o que você sente por mim é sim, um problema. - respondeu ela.
-Talvez isso responda sua pergunta - ele disse e a puxou para si. Selaram seus lábios e assim ficaram por um bom tempo. A janela abriu-se e a chuva foi levada pelo vento em direção a eles, mas eles nem se deram conta disso, o calor de seus corações os deixavam aquecidos enquanto eles eram como um só."

quinta-feira, março 25, 2010

Confissão de um trabalhador

Trabalho, trabalho, trabalho.

É tudo que eu fiz hoje. Sabe quantas vezes consegui beber um mísero copo de água? Nenhuma. Tudo que fiz desde que entrei nesse maldito emprego foi trabalhar. Não conheço nenhum companheiro de trabalho, nunca vi como é a sala de estar da empresa. Tudo que faço é casa-minha sala, minha sala-casa. Quem foi o infeliz que disse que eu era a pessoa qualificada para esse cargo? Quem foi que disse: “Não, ele é perfeito, tirem a vida social dele”? Ah, se pego quem fez isso, eu destruo cada parte do corpo.

Ontem eu pirei, joguei tudo pro alto e fugi para o Havaí, decidi virar hippie, fazer parte de uma comunidade nudista e mudar minha vida por completo. Não consegui descansar dois minutos que o mundo virou um inferno. Então, para evitar uma catástrofe, tive de voltar ao trabalho. Nunca consigo descansar.

Quero voltar a viver. Já perdi vários amores por causa do meu trabalho. Mas a parte mais difícil é saber que você é exemplo para outras pessoas. Caramba! Você não pode fazer nada errado, que sempre aparece alguém na TV reclamando que você é um exemplo e que não pode fazer isso e aquilo.

EU QUERO VIVER!

Eu quero poder amar sem ter de me esconder da imprensa, quero poder ir para um bar encher a cara e ninguém me dizer que tenho de ser um exemplo, quero poder entrar em um karaokê cantar uma coisa brega qualquer e ninguém me olhar como se fosse uma aberração, eu existo!

Voar! Por que raios vocês querem tanto saber voar, humanos? Eu quero viver será que dá? Algum dia na minha vida, não quero ser chamado de Super-Homem, e sim pelo meu nome de batismo: Juvenal Crisântemo.

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terça-feira, março 16, 2010

A abelha – um relato verídico

Por volta de 18 horas, Isabella estava usando calmamente seu computador, meio que sem ter o que fazer (mesmo sabendo que tem prova de física e espanhol no dia seguinte). Tudo parecia muito calmo, até mesmo a internet estava muito mais monótona que o normal. Algo estava estranho, e Isabella podia sentir isso. Você meio que sabe quando vai ser atacada por um bicho de mutação genética avançada. I
Isabella parou de digitar e segurou o folego por alguns minutos. Lentamente ela se virou de costas e reparou, junto ao vidro da luminária no teto do quarto, que o barulho vinha dali, de um inseto gigante e mudado geneticamente.
Ela sai correndo pela casa gritando, em busca de salvar sua própria vida. Avisa a seus familiares que um inseto mutante tomou conta de seu quarto e não vai sair dali enquanto não o levarmos a nave mãe. Anna, a mãe de Isabella, corajosamente se arma com um spray contendo veneno e parte para enfrentar uma batalha da qual ela não sabe se voltará.
Depois de um minuto uma hora de guerra, sangue e zunidos de insetos, Anna volta para sua filha e diz: Agora é só esperar a abelha morrer. Sua cara de total despreocupação deixaria até mesmo Rambo chocado. Isabella pergunta a sua mãe se tudo correu bem, ela (a mãe) responde com a mesma confiança mostrada antes: Claro, era só um pouco de Baygon e já foi tudo resolvido.
Mas Isabella não confia nisso, ela pede para a mãe voltar ao quarto e se assegurar que tudo está bem e é seguro voltar para seu quarto. Então Anna volta e grita do quarto: TÁ TUDO LIMPO, PODE VIR. Isabella, vai até lá , sua mãe a mostra as marcas da guerra – uma abelha no chão, perto do banheiro.
Isabella olha para sua mãe e a agradece. Esta olha para a filha e diz: “Agora, limpe”. Isabella encara a mãe incrédula, como aquela mulher que sempre a amara tanto, que a alimentara, dera carinho, estava mandando ela fazer algo quase que impossível. Limpar, leia-se remover o corpo da abelha. Isso é uma tarefa quase impossível para Isabella, que tem nojo até de formiga… Mas ela não se abate. Pega uma pá na cozinha e faz o seu dever, mas não sem antes encarar sua mãe e dizer:
- Se eu morrer, lá, se a abelha voltar a vida e tentar se vingar da sua assassina, nunca mais falo com a senhora.
Então ela se virou e partiu em busca do corpo da Abelha mutante. Ela inclina o corpo para longe da abelha e aproxima a pá só usando uma mão. De repente, ela escuta um plaft, como se algo tivesse sido esmagado, então Isabella larga tudo no chão e começa a correr em círculos dentro de seu quarto enquanto grita: “que nojo, que nojo, que nojo”. O desespero do nojo estava estampado na cara da jovem garota.
Depois de muito brigar contra a pá, esmagar o corpo morto da abelha mutante, Isabella consegue finalmente colocar os restos dela (da abelha) na privada de dar descarga. Mas não sem antes gritar mais um pouco de “que nojo, que nojo, que nojo”.
Toda essa batalha complexa e desafiadora foi narrada ao som de Cobra Starship. No final, Isabella saiu viva e achou inspiração para uma nova postagem.

sexta-feira, março 05, 2010

Entre aspas

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Então ela conclui dizendo: Abre aspas. Todos os alunos da sala a encaram, como se esperassem o que vem depois das aspas. Ela os devolve um olhar amoroso, recolhe suas coisas na mesa e parte em direção a porta. Até que um aluno a para no caminho: Professora, o que vem depois das aspas?. Ela sorri para aquele jovem, que mal sabe a beleza das palavras ainda e diz: Isso depende de você. Então continua seu caminho.
Os outros alunos, que ouviram esse curto diálogo trocam olhares de espanto. Todos se perguntavam o que vem depois das aspas. Daí começou um debate sobre o que vai acontecer.
Abre aspas. Duas palavras que podem levar a vários caminhos. O que acontecem entre esse sinal gráfico pode mudar o rumo de tudo que acontecerá no texto. É possível descobrir um novo amor, uma traição, a solução de um mistério. “Eu te amo”, “Eu te odeio”, “Eu quero ficar com você por toda eternidade”, “Ela não resistiu”. Tantos caminhos, tantas possibilidades.
No dia seguinte, quando a professora entra novamente na sala, os alunos não falam nada sobre a aula anterior. Ela coloca suas coisas no birô e pergunta a eles: O que ocorre após as aspas? Os alunos levantam as mãos, loucos para expor suas ideias. Ela calmamente escuta cada uma das opiniões, das mais diversas e únicas opiniões. Depois de muito ouvir, ela responde a curiosidade dos alunos: Ela fala “Adeus”. Todos presentes na sala olham para a professora, alguns, mais sensíveis choram, outros ficam em silêncio e se contentam em olhar para o teto. Mas todos, sem exceção, sentem o peso da escolha daquelas palavras.
Depois daquele dias, aspas nunca foram tão reveladoras e temidas pelos alunos. Todos entenderam a função daquele sinal gráfico, e mais, entenderam sua função na vida, de mudar o curso e trilhar um novo caminho.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Vampiros: A nova moda

Oi oi a todos.
Bom, eu sei, to devendo o capítulo. Mas prometo postar logo.
Hoje eu estou aqui pra falar outra coisa.

Estava eu, muito empolgada (sem ter o que fazer) na internet, quando eu me deparo com um blog que falava sobre "por que mulheres adoram vampiros?". Então... decide criar a minha teoria.

Alguns tópicos que eu considero para admitir minha paixão pelos sugadores de sangue mais manjados da Terra:
1 - Vampiros são do mal (6) hohoho.
2 - 90% são muuuito bonitos (exceções como Nosferatus são fato.)

Mas o detalhe é esse, depois de Bram Stoker fazer um mega-super-hiper-sucesso com seu Conde Drácula super malvadão, todo mundo decidiu escrever de um jeito único sobre esses seres noturnos.

Falando sério, as descrições são semelhantes (?).
Vejamos:

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