Eu me sento e espero pelo entardecer. São momentos como esse em que vemos como é bela a vida. Em que outra hora veríamos o céu laranja? Durante o amanhecer, ele está vermelho, é quando o céu mostra as marcas da noite. Ao entardecer ele se arrepende pelos erros cometidos no dia. Agora está escurecendo, porém ainda é claro, posso ver os últimos raios de sol no horizonte. A noite está chegando, e o dia vai partindo. Porém, ao entardecer, eles param para conversar. Dois opostos convivendo em perfeita união. O entardecer é a hora mágica, é a hora em que renovamos a nossa esperança: por mais escuro que esteja, o sol há de nascer e iluminar meus caminhos, por isso, posso continuar.

Isabella Quaranta

sábado, junho 12, 2010

Insanes Manicômio – Relatório #2

Hey guys!

Essa será um semana bem agitada por aqui. Programei alguns posts até quarta feira, estou em semana de provas, ou seja: Isabella Anti-Social Mode On!

Alguns avisos importantes:

1- Sabem o Lionel Meia Lua?! Pois é, quem vai escrever como esse personagem é o Alexandre Moreira, do Crônicas, Poesias e Muita Porcaria vai ficar responsável por esse personagem!

2- Gostaram do novo layout do blog?

3- Logo Logo está saindo o capítulo 13 de “À Espera do Entardecer”

Agora aproveitem esse novo Relatório.

Relatório #2

# Mirrage – 14:20 - Colégio St. James – EUA #

Putz. Que saco! Aulas de História passam a ser um saco depois que você rever um assunto (que por acaso você presenciou) mais de 1000 vezes - ou quase -. 120 anos e ainda tenho que frequentar o colégio. Mladita aparência de 17 anos que me prende ao ensino médio. Ah se eu encontrasse o responsável por isso, eu o faria pagar. Ah claro. Deixe-me explicar a você um pouco mais sobre mim.

Meu nome é Meredith Doutran, tenho 120 anos, nascida na Alemanha mas moro desde 7 anos nos Estados Unidos. Ganhei o dom da vida eterna de present e de aniversário do meu melhor amigo. Isso; melhor amigo. Pelo menos até eu descobrir que ele era um bebedor de sangue e que ele tinha se apaixonado por mim. Ele não estava brincando quando disse que queria passar a etenidade ao meu lado. É claro que dei um pé na bunda dele e fugi. A anta ainda não me encontrou, graças a algumas coisinhas que eu aprendi a fazer com os meus poderes. Como mudar a cor do meu cabelo e ser capaz de assumir o rosto de outras pessoas, mas eu só faço isso realmente se for preciso. Gosto do meu rosto. Claro, que para completar a minha mudança eu mudei (troquei?) de nome. Nuna, mas nunca, me chame de Meredith. A partir daquele aniversário, a Meredith morreu, deixando lugar para Mirrage. O nome já diz tudo. Assim como uma miragem de longe, posso parrecer algo maravilhoso, a salvação, mas de perto você vê que sou uma verdadeira máquina de matar, sem piedade. Como qualquer outro vampiro, sou bonita, com curto cabelos ruivose olhos laranjas. Óbvio que eu uso lente (castanha ), seris estranho eu andar por ai com dois olhos laranjas bem vivos.

Eu posso dar uma aula melhor que esse cara. Eu estive lá caramba! Metade do que ele falou é baboseira. Parece que eles ocultam parte do seu passado, seria medo de verdade? Se ele fizer outra piadinha com a minha flata de atenção, eu pulo nele e arranco suas tripas com os dentes. Reconheço que isso ia me causar desinteria. A única coisa que me prende a esse lugar é o cheiro de de Matthew Winther. Seus cabelos são negros, seus olhos verdes, sua pele branca com buchechas naturalmente rosadas. Resumidamene P-E-R-F-E-I-T-O! Mas claro, eu não ia dar o braço a torcer e falar que adoraria ir ao baile de inverno com ele, mesmo que isso seja a mais pura verdade. Não, eu vou negar até a morte – Leia-se: para sempre. Estou com vontade de dizer para esse acéfalo metido a professor que 4 mortes não pode ser considerado um massacre, ainda mais quando uma dessas mortes foi suicídio e outra acidental. Acho que ele notou o meu olhar de desprezo e agora está vindo em minha direção. Mais um passo e meu lindo desenho do professor Cameron (no caso o próprio babaca que está bufando na minha frente).

Ele pegou o meu caderno e com a craa vermelha de raiva levanta para a sala ver –grande erro.

- Srtª Fidigans!- mais um dos meus nobrenomes falsos - Oque é isso? – Ele bufa apontando para a página do meu caderno . Melhor dizendo, para minha representação semi-identica das buchechas, da s rugas e do nariz grande e enrrugado.

- Bom Sr. Cameron – digo com minha cara mais séria. – Eu estava entediada e decidi homenagiar o senhor, um excelente professor, com uma reprodução super fiel da sua pessoa. – E dei meu sorriso mais cínico.

A sala toda explode em uma risada unissom. O Sr. Cameron, que já etsva vermelho, ganha tonalidades entre roxo e azul. Por um segundo vi o sangue do seu pescoço pulsando mais rápido. E se eu não tivesse muito controle pessoal, bem, acho que amanhça estaria no jornal: Alunos da turma senior B do colégio St. James são encontrados mortos, totalmente queimados. Claro, não posso deixar os corpos totalmente depenados jogados por ai. Seria muito suspeito encontar toda a minha turma – incluindo o professor – sem uma gota de sangue no corpo e eu escapando linda, viva e forte. Ficaria só um pouco suspeito.

- Srtª Fidegans – chama Sr. Cameron me tirando do devaneio com sua veia no pescoço. – Vá para a sala do diretor. Assim que eu terminar auqi encontor você lá.

- Tudo bem. Só não demore muito. – Sorrio e saio da sala.

Está tão escuro fora da sala. Claro, são 15:30, está escuro levando em conta o sol que está fazendo lá fora. E sim, eu posso sair no sol, mas não, eu nçao brilho, nem uso uma pedra mágica. Eu simplesmente matei um vampiro com mais de um milénio e bebi seu sangue. Mas isso eu conto outra hora.

Finalmente cheguei a sala do diretor. Falo com a secretária, que não parece surpresa em me ver.

- Demorou tanto Mirrage, o que foi dessa vez? – Diz com tom divertido.

- Nada demais. Fiz um desenho e o Sr. Cameron não gostou.

- Só isso?! – Ela parece realmente supresa – Então vá logo falar com o Diretor Gramwoul aí você pode ir para casa.

- Ok, até amanhã Sra. Felix.

- Já falei para me chamar de Susan.

- Ok. Até amanhã Susan! – disse e me virei caminhando para a sala do diretor.

Assim que eu entrei lá aqueles olhos castanhos brincalhões do diretor voltaram-se para mim.

- Olá Mirrage! – Pois é, ninguém da diretoria me chama de Srtª Fidigans, ou Mredith, o nome que eu uso na chamada. – Demorou hoje. O que houve?

Etnçao eu expliquei tudo - ocultando a parte que senti vontade de devorar o meu professor.

- Bom. Parece que está você está melhorando. Esse foi o momento mais simples e trivial para eu ter rebido uma visita sua.

- Pois é. O Sr. Cameron realmente não vai com a minha cara. – então eu chego mais próxima dele- Acho que ele sente intimidado.

- Hahaha- O diretor não consegue segurar a risada.

Isso me fez lembrar como o diretor é novinho e gato. Ele deve ter uns 30 anos, mas está com tudo em cima, E ponha tudo em cima nisso.

- Qual é a graça diretor Gramwoul? - Eu digo me aproximando mais ainda dele.

- É... É... Mirrage... – então, para a sorte do diretor, alguém bate na porta. – PODE ENTRAR!

Salvo pelo gongo. Um segundo a mais e eu estaria agarrando o diretor. Mas claro, Sr. Cameron não pode me deixar ser feliz.

- Sim, Sr. Cameron. – diz o diretor claramente pertubado com o meu ataque (ou quase). – Então, conte-me o que aconteceu.

Foi nesse momento em que eu sai de órbita. Meu corpo estava ali, com o diretor gostosão e o professor mega-babaca, mas na minha cabeça estava ouvindo alguém me chamar. Uma voz conhecida. Até demais.

“Meredith” a voz me chamava. “Meredith”.

- Meredith. – A viz parecia mais próxima. – Srtª Fidigans!

Opa. Agora é real.

- Ahn? Oi. – Digo meio abobada.

- Pode ir pra casa agora. – Diz o diretor. Prof. Cameron parece visivelmene incomodado com a “moleza” que eu tive.

- Ok.- Olho para o babaca-mór. – Até logo, professor.

Ele resmungou alguma coisa que eu nçao me dei o trabalho de ficar para ouvir. Saí com toda a minha dignidade. Por que será que as luzes desse corredor não funcionam? O colégio em si já é macabro, quando fica escuro então... MEDONHO!

“Meredith” a voz volta a me chamar. “Meredith.”

O nome fica gritando no meu ouvido cada vez mais alto. Ao mesmo tempo que os meus passos no corredor vão acelerando. Estou suando frio. Ele me achou. Mas como? Isso não pode ser verdade. Um século de segredo e agora tudo está por ir por água a baixo. E tenho que fugir. Algo está errado. Eu... Eu... Eu não vou ficar assim. Disparo pelo corredor a mil. Não ligo se está escuro e se provavelmente posso cair a qualquer momento, eu vou fugir daqui. Não acredito que ele cruzou os mares para me torturar. Plaft! Eu me choco com alguém.

Matthew! Ainda bem.

- Matt! Que bom que é você!

- Pensou que era quem. Meredith? Pode se alcamar sou eu que estou aqui. – Falou com uma voz doce.

Eu o abracei com força.

- Calma. Sou eu. Sou só eu. Eu sempre estive ao seu lado Meredith Doutran. Sempre...

Epa. Doutran? Mas... Meu nome está como Fidigans! AH NÃO! Eu me afasto subtamente daquele corpo quente. Não pode ser. Não como Matthew. Ele não seria tão baixo.

- Querida Meredith... – Diz com a mesma voz doce. – Você sabe que fomos feitos um para o outro. Para todo o sempre.

- Não! Me deixe em paz! – Grito de volta.

- Vamos voltar para a Alemanha. Viver juntos por toda a eternidade.

- Nunca! – Eu voltei a correr.

- Estou cansado de brincar de esconde-esconde. – Sua voz que até então era suave assume uma postura rígida.

Eu começo a correr mais rápido. LUZ! Essa é a saida. Por mais que ele tenha o dobro da minha idade, ele nçao pode ir para o sol. Ele nunca matou um milenar – pelo menos nao que eu saiba. Fiz a coisa mais lógica que eu consegui pensar: saí do colégio. Lá fora o sol brilhava – pouco, mas brilhava. Consegui ouvir um murro abafado em um dos armários. Isso vai deixa marcas, no armário . Agora eu precisava encontrar açgum lugar para ficar até conseguir fugir denovo. Comecei a correr. Tinha menos de 2 horas até anoitecer. Eu tinha que sair da cidade. Mas.. para onde eu iria? Não tenho família, nem amigos. Muito menos conhecidos que possam me abrigar. Vou para algum lugar. Afastado da civilização. Talvez a Índia possa ser um boa. Sabe, eu assumo o visual de uma indiana e vivo lá... Não. Fedor demais... Gente demais... Espaço de menos. Então vou para o Japão! Isso, Japão! É um boa...Olhos puxados... Sushi... Feito!

Estranho. Paro na frente de um portão preto. Lá dentro eu via a casa branca toda fechada. Sinto como se fosse um lugar seguro. Do nada um homem se materializa do meu lado. Tipo, um momento ele não estava ali e no momento seguinte estava.

- Quem está ai? – Pergunto.

- Meu nome não importa, mas me chame de Legend. Agora você deve vor comigo.

Não sei o motivo, mas eu fui com ele, senti que podia confiar.

Um comentário:

Alexandre Santos disse...

*-* GAMEEEI! EuqueroEuquero =DD

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